Peixe joga com a Chape neste sábado
Matéria via Diário do Sul / Atualizado dia 13-01-2018

O Atlético Tubarão faz o último teste antes da estreia do Catarinense neste sábado, em amistoso contra a Chapecoense, que está marcado para as 19h na Arena Condá. A partida em Chapecó terá entrada franca e servirá para que o técnico Waguinho Dias teste as novas possibilidades do elenco tubaronense.

A equipe do Peixe montada para o Estadual tem como base o time campeão da Copa Santa Catarina no fim do ano passado, e vem se preparando desde dezembro. Nesse período, houve algumas mudanças, entre saídas e chegadas, e um dos objetivos do amistoso será justamente ver como essas novas peças funcionam em campo.

No grupo, o jogo é encarado como uma espécie de prévia do Catarinense, já que o adversário é um dos grandes do Estado. O elenco do Tubarão viajou para o Oeste na sexta-feira e, durante a tarde, chegou a realizar um treino na cidade de Chapecó.

A estreia do Peixe no Catarinense será na quarta-feira, com clássico diante do Hercílio Luz. O confronto, às 20h30, será no estádio Aníbal Costa, casa do arquirrival. 

Os ingressos para a torcida Tricolor estão sendo vendidos na loja do clube, no Farol Shopping. O preço é R$ 40. A venda vai até o dia do jogo ou enquanto durar o estoque.




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Bebê continua na UTI

Segue grave o estado de saúde da bebê de dois meses que sofreu afundamento de crânio após ser agredida. A menina de Capivari de Baixo está internada desde a última terça-feira na UTI do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), em Tubarão. O pai da criança, suspeito de cometer as agressões, teve a prisão preventiva decretada.

Até esta sexta-feira, segundo a assessoria do hospital, o quadro clínico da bebê permanecia sem grandes alterações. Ela já foi submetida a uma cirurgia e continua recebendo tratamento intensivo.

A criança chegou à unidade junto aos pais e, após o atendimento, os médicos atestaram que ela tinha afundamento de crânio e hematomas. A polícia e o conselho tutelar foram acionados, sob a suspeita de que a criança tivesse sido agredida. 

Em conversa com o delegado responsável pelo caso, Vandilson Moreira da Silva, o homem de 25 anos, pai da criança, foi acusado pela mãe de ser o responsável pelas agressões. Como motivação está a desconfiança de que a bebê não fosse filha biológica dele, pois o casal é negro, e a menina, branca. 

O pai segue no Presídio Regional de Tubarão. Já a mãe foi ouvida e liberada. Ela será investigada por omissão. À polícia, a mulher afirmou que era ameaçada e agredida pelo marido e que, por isso, não havia o denunciado antes.

Polícia apreende R$ 940 em notas falsas em carro

Uma denúncia à polícia resultou na apreensão de R$ 940 em notas falsas, na noite desta quinta-feira, em Laguna. A quantia foi encontrada dentro de um carro, próximo ao trevo que dá acesso à cidade. Quatro pessoas que estavam no veículo foram levadas à delegacia, mas acabaram liberadas.

De acordo com o delegado Bruno Fernandes, que atendeu a ocorrência, um adolescente assumiu a posse das notas e declarou ter encontrado as cédulas na rua. A quantia estava dividida em cinco notas de R$ 100, seis notas de R$ 50 e sete de R$ 20. 

“Como o adolescente assumiu, e como não houve a prática de estelionato comprovada, todos os envolvidos acabaram sendo liberados”, explicou o delegado. Ainda segundo ele, a procedência das notas será investigada pela Polícia Federal, que é o órgão responsável em ocorrências de falsificação de moedas.


A apreensão foi feita pela Polícia Militar (PM), após a denúncia de que um homem teria usado uma nota falsa de R$ 50 para tentar comprar bebida em um bar da comunidade de Bananal. Os policiais também receberam a informação de que o homem deixou o estabelecimento e embarcou em um veículo Uno branco, onde estavam outros três homens.

Os policiais conseguiram identificar e abordar o veículo pouco depois, apreendendo as notas falsas. O carro estava com o licenciamento atrasado, e também ficou detido.

INVESTIGAÇÕES

Agora, o delegado pretende fazer um levantamento das últimas ocorrências registradas em Laguna com o uso de notas falsas. “A partir desses inquéritos, vou tentar verificar se houve a participação dessas pessoas em casos já registrados. Conversaremos com as vítimas para ver se elas reconhecem os indivíduos”, contou.

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