Polícia desarticula grupo que atuava em bancos
Matéria via Diário do Sul / Postado dia 07-12-2017

Em operação intitulada Fake Phone, a Polícia Federal desarticulou uma organização criminosa especializada na prática de crime de furto mediante fraude e lavagem de dinheiro. Ontem foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão, cinco de prisão preventiva, um de prisão temporária e cinco de condução coercitiva, todos no Estado de São Paulo.

De acordo com as investigações, a organização criminosa atuava no interior de agências bancárias, especialmente na Caixa Econômica Federal, aplicando o golpe conhecido como “Posso Ajudar?”. 

Os golpes aconteciam também em Santa Catarina e os investigados instalavam dispositivos nas agências para o travamento de cartões nos terminais de autoatendimento, assim como um aparelho telefônico de 0800 falso para a obtenção de senhas bancárias. De posse dessas informações, os valores pertencentes às vítimas eram sacados ou transferidos para contas de laranjas. O prejuízo é superior a R$ 200 mil à instituição bancária. Não foram divulgadas pela PF quais cidades do Estado foram os alvos do crime.



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A estagiária Nayara Torres Tramontin, lotada no cartório da 2ª Vara Cível da comarca de Tubarão, praticou um ato de heroísmo na tarde de quinta-feira após salvar uma mulher que sofria um ataque de abelhas na área no entorno do Fórum da cidade. A vítima levava a sobrinha para a escola, em um carrinho de bebê, quando a movimentação de trabalhadores que limpavam um terreno baldio, nas proximidades, alvoroçou uma colmeia. Os insetos, em enxame, passaram a atacar as pessoas.

Um dos operários conseguiu tirar a criança do carrinho e trancou-se com ela na cabine do caminhão que utilizavam. A mulher não teve a mesma sorte e sofria o ataque das abelhas quando a estagiária correu até ela e conseguiu trazê-la para o interior do Fórum. Lá, outro servidor, com curso de primeiros socorros, prestou atendimento até que o Samu fosse acionado.

A mulher levou em torno de 30 picadas na cabeça e nos braços e precisou ser levada para um tratamento especializado em um hospital da região. Ficou o restante do dia em observação, foi medicada e, posteriormente, liberada.

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