Ondas grandes, estragos e 7 tripulantes desaparecidos
Matéria via Diário do Sul / Postado dia 12-08-2017

Buscas no litoral Sul do Rio Grande do Sul estão sendo realizadas por equipes da Marinha após o aviso sobre o desaparecimento de uma embarcação no mar de Rio Grande, na manhã desta sexta-feira.

Conforme a assessoria de imprensa do órgão, o aviso foi feito por tripulantes de outro barco que navegava próximo e perdeu a embarcação de vista ainda na madrugada. No barco que sumiu, que seria de pesca, havia sete tripulantes.

Ainda de acordo com a Marinha, a embarcação tem inscrição em Laguna. A embarcação desaparecida teria sido vista pela última vez a 15 quilômetros da costa. O aviso foi espalhado via rádio na região.

Em nota, a Marinha explicou que mobilizou um navio, um helicóptero e uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) nas buscas. Até o fechamento desta edição, ainda não havia informações sobre o barco de pesca ou sobre os sete tripulantes desaparecidos.


Rebocador de balsa vira

O rebocador da balsa, em Laguna, tombou por volta das 13h de sexta-feira. O Corpo de Bombeiros da foi acionado para atender a ocorrência.

A Laguna Navegação, que administra a balsa, confirmou o fato, no entanto, a informação de funcionários era de que não poderiam repassar mais detalhes.

De acordo com os bombeiros, o condutor da balsa passa bem. Portos de Imbituba e Laguna foram fechados por conta das condições da maré.


Ondas gigantes

Até este domingo segue o alerta para o mar. Há previsão de ondas gigantes, na casa de três a quatro metros. A navegação de embarcações de pequeno e médio porte não é aconselhada. O que mais chama atenção de meteorologistas é a quantidade de dias com ondas muito grandes. A intensidade dessa ressaca não chega ser fora dos padrões. O fato de ter dois sistemas meteorológicos atuando no mar, o ciclone e a alta pressão, ajuda a explicar a maior quantidade de dias em que o fenômeno ocorre. A Defesa Civil de Santa Catarina alerta para o risco de alagamentos até domingo devido à maré alta nas regiões mais baixas do litoral catarinense, devido à influência da maré viva (maré de sizígia).



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