Área Azul ainda está em estudo pela PMT
Matéria via Diário do Sul / Postado dia 20-04-2017

Desde que foi cancelada a assinatura do contrato com a empresa que iria gerir o sistema rotativo em Tubarão, no dia 4 de abril, a prefeitura tem avaliado as melhores formas de resolver o problema. Um posicionamento, no entanto, só será dado em maio, quando vence o prazo de 30 dias.

De acordo com o vice-prefeito e secretário de Gestão, Caio Tokarski, desde que foi anunciada a suspensão a administração municipal tem buscado a melhor solução para a Área Azul.

“Estamos trabalhando incansavelmente na elaboração da licitação. Quando vencer o prazo de 30 dias, desde a suspensão da assinatura, o prefeito irá anunciar a decisão, ou seja, se iremos licitar ou apresentar alguma outra opção”, afirma.

No dia 4 deste mês, a prefeitura voltou atrás na decisão de contratar uma empresa para gerir o estacionamento rotativo da cidade com dispensa de licitação e adiou o processo. O cancelamento da assinatura do contrato foi anunciado durante o evento que celebraria o acordo, na sede da Amurel, causando surpresa.

O questionamento da legalidade jurídica da dispensa de licitação para este caso foi o principal motivo para o adiamento, já que o contrato de serviço sem processo licitatório só é possível em casos de urgência.

A justificativa de “urgência” para a gestão do estacionamento rotativo foi contestada publicamente por membros do Observatório Social da cidade e de outras entidades representativas. O colunista do DS Milton Alves expôs os riscos da contratação sem licitação.

Na ocasião, representantes da Gold Park Estacionamento, empresa de Joinville que seria contratada, chegaram a falar sobre o modelo que seria implantado em Tubarão antes de o prefeito anunciar o cancelamento do negócio.



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