Sequestro é investigado
Matéria via Diário do Sul / Postado dia 20-04-2017

O possível sequestro de um menino de 11 anos está sendo investigado pela Delegacia de Imbituba. O caso aconteceu na manhã de ontem e um homem em um Gol preto com placas de Paulo Lopes teria sequestrado a criança no bairro Mirim, onde lhe deu um comprimido e lhe aplicou uma injeção na perna, com substância desconhecida.

O suspeito, conforme relato à PM, não teria parte de um braço e levou o garoto à força do bairro Nova Brasília, em Imbituba, até o bairro Mirim. Naquele local teria dado a ele um comprimido, e aplicado uma injeção. “Para a guarnição, o menino relatou que era um homem que estava encapuzado”, diz a polícia.

A criança, acompanhada dos pais e de um conselheiro tutelar, foi encaminhada ao Hospital São Camilo para atendimento. Segundo a PM, não há testemunhas dos fatos e se buscam eventuais imagens de câmeras no percurso descrito pela criança para identificação do veículo. O menino teria dado informações da placa do carro, que segundo a PM não foi identificada.

O delegado de Imbituba, Raphael Giordani, informou que um carro com as características descritas é monitorado. “Todavia, é a versão da criança, de 11 anos de idade. Assim, teremos que ter todo o resguardo necessário para não divulgar possível história ‘fantasiosa’. Contudo, a criança deverá ser ouvida na delegacia assim que liberada do hospital, junto com os pais e o Conselho Tutelar, para registro do fato e para que possamos prosseguir nas investigações”, diz o delegado.



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Acontece amanhã, às 13h30, na Câmara de Vereadores de Laguna, a audiência pública que busca analisar a situação de pelo menos 140 casas que foram construídas na Praia da Galheta. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), elas estão em uma área da União e também estariam ligadas a crimes ambientais.

O MPF entrou com uma ação na Justiça de Laguna pedindo a demolição dessas casas há cerca de seis anos. Agora, o Sistema de Conciliação do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com sede em Porto Alegre, promove a audiência para avaliar melhor a questão e ouvir a comunidade. 

Representantes da Justiça Federal, Fundação de Meio ambiente (Fatma), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (Icmbio), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Secretaria de Patrimônio da União (SPU), Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca, Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), Programa Estadual de Gerenciamento Costeiro, pesquisadores, Ongs, secretários municipais e comunidade em geral estão convidados para participar do debate.

De acordo com a comunidade, as primeiras casas eram barracos e surgiram na década de 1970. Com o passar dos anos, outras construções foram sendo erguidas, residências de madeira e alvenaria. Hoje, são 140 residências. A Praia da Galheta está localizada ao Sul de Laguna, na região do Farol de Santa Marta.

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