Latrocínio tira vida de homem de 58 anos
Matéria via Diário do Sul / Postado dia 20-04-2017

Jucemir Alcilei May, de 58 anos, morto na noite de terça-feira em Tubarão, foi sepultado ontem em Armazém. De acordo com a Polícia Militar (PM) ele foi vítima de um latrocínio (roubo seguido de morte). O crime aconteceu no bairro Humaitá, após uma briga. A vítima foi encontrada já caída na calçada. Ele chegou a ser atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos.

Momentos depois, a polícia prendeu o suspeito do crime. Ele estava escondido no interior de um prédio em construção, deitado em um colchão. O homem, de 29 anos, apresentava machucados como arranhões e escoriações no pescoço e ombros, além de sangue nas mãos, o que indicava uma luta corporal recente.

Trata-se de um latrocínio, uma vez que testemunhas viram o agressor pegar algo do bolso da vítima. Os policiais encontraram com o suspeito R$ 200, que estavam ao lado do colchão onde ele estava deitado.

O jovem acusado, segundo a polícia, negou o crime. Ele tem passagens pela polícia por perturbação de sossego. Após os procedimentos do caso, ele foi encaminhado ao Presídio Regional de Tubarão.



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Acontece amanhã, às 13h30, na Câmara de Vereadores de Laguna, a audiência pública que busca analisar a situação de pelo menos 140 casas que foram construídas na Praia da Galheta. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), elas estão em uma área da União e também estariam ligadas a crimes ambientais.

O MPF entrou com uma ação na Justiça de Laguna pedindo a demolição dessas casas há cerca de seis anos. Agora, o Sistema de Conciliação do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com sede em Porto Alegre, promove a audiência para avaliar melhor a questão e ouvir a comunidade. 

Representantes da Justiça Federal, Fundação de Meio ambiente (Fatma), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (Icmbio), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Secretaria de Patrimônio da União (SPU), Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca, Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), Programa Estadual de Gerenciamento Costeiro, pesquisadores, Ongs, secretários municipais e comunidade em geral estão convidados para participar do debate.

De acordo com a comunidade, as primeiras casas eram barracos e surgiram na década de 1970. Com o passar dos anos, outras construções foram sendo erguidas, residências de madeira e alvenaria. Hoje, são 140 residências. A Praia da Galheta está localizada ao Sul de Laguna, na região do Farol de Santa Marta.

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