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Justiça revoga prisão preventiva de 76 acusados de integrarem organização criminosa em SC

A Vara Criminal da Região Metropolitana de Florianópolis revogou a prisão preventiva de 76 acusados de integrarem uma organização criminosa com atuação em Santa Catarina e determinou que eles façam uso de tornozeleiras eletrônicas, entre outras medidas cautelares.

Segundo o promotor de Justiça Jádel da Silva Júnior, a determinação pela revogação teve como motivo o excesso de prazo processual. Os acusados estão presos desde junho de 2017 e ainda não foi marcada a primeira audiência sobre o caso.

Em junho de 2017, foram denunciadas 112 pessoas. Além de organização criminosa, eles foram acusados de ligação à associação e financiamento para o tráfico de drogas, posse de drogas, porte de drogas, comércio ilegal de arma de fogo e corrupção de menores, segundo o Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

A decisão é de 10 de outubro e os mandados foram expedidos no dia seguinte. O inquérito policial sobre a organização criminosa foi entregue à Justiça em 2016, com denúncia do Ministério Público em 5 de julho de 2017, que descreve a existência de uma organização criminosa bem estruturada e com divisão de tarefas, voltada à prática de diversos crimes graves.

O promotor de Justiça disse que, como os acusados estão presos por outros crimes também, somente três ou quatro devem ser soltos realmente e que o MPSC não vai recorrer da decisão pela revogação.

"O Ministério Público entende que a juíza não teve outra alternativa. Realmente existe um excesso de prazo", disse o promotor. "A decisão não agradou a juíza, não agradou o Ministério Público, mas se tratou de uma imposição processual", completou.

A reportagem entrou em contato com o Departamento de Administração Prisional (Deap) para informações sobre as liberações dos acusados e aplicação de tornozeleiras eletrônicas, sem sucesso até a publicação desta notícia.

Entre as medidas estabelecidas pela Justiça está que os denunciados não poderão se comunicar entre si. A reportagem pediu informações sobre o andamento do caso ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina, sem resposta até a publicação desta notícia.

 

Família busca ajuda após fogo em casa

Uma família de Tubarão perdeu tudo em um incêndio, registrado na sexta-feira. A casa, localizada na Madre, na comunidade Mato Alto, ficou destruída após o fogo. Segundo os bombeiros, na casa de madeira estavam cinco pessoas, sendo a mãe e os filhos, que conseguiram sair rapidamente. 
De acordo com a mulher, ela estava no quarto quando viu o fogo começar. As crianças brincavam na sala. Após o acidente, a família está na casa de parentes, e uma campanha foi iniciada para ajudá-la.  Eles pedem a doação de roupas, alimentos e produtos de higiene. As filhas têm dois, oito, 13 e 15 anos. Para doações, o telefone de contato é (48) 99663-2459 (Helena).

Os desafios de ser um professor

De acordo com uma pesquisa feita pelo Movimento Todos Pela Educação, 49% dos docentes não indicam a profissão. Os principais motivos que levam a este número são os baixos salários e a falta de reconhecimento. 
“Continuar sendo professor por vezes se mostra mais difícil. Eu continuo porque acredito que todos nascemos com algum talento, refinado pelo nosso esforço. Gosto muito de ensinar e também de aprender”, afirma o professor Fábio Balmann. 
Por muitas décadas, o magistério público de Santa Catarina luta para que seus profissionais da educação sejam realmente valorizados. “Essa luta não se resume somente à questão salarial, mas a todo um conjunto necessário para que tenhamos uma educação pública de qualidade. Sabemos que a educação é que pode produzir mudanças na sociedade”, diz Tânia Fogaça, presidente do Sinte de Tubarão.
Para Laura Oppa, presidente do Sintermut, “a luta dos professores por uma melhor valorização é constante. Com o mundo das mídias sociais, não está fácil manter a atenção dos estudantes em sala de aula com as disciplinas tradicionais. Cabe aos professores se reinventarem com aulas dinâmicas e atrativas aos alunos. Nossa profissão é muito mais uma vocação, aceitar os desafios e acreditar na transformação da sociedade, acreditando em um mundo melhor com a educação”, conclui.